Beleza feminina – Como estar sem no seu melhor

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O estereótipo de beleza feminina tem vindo ao longo dos anos a sofrer algumas alterações. Em 1950, uma mulher bela deveria ter 1,60 m e 63 kg. Por outro lado, atualmente uma mulher linda deve possuir mais de 1,75 m e pesar 50kg ou menos. Além disso, os pontos mais importantes para a beleza feminina estão relacionados com a simetria da mulher, bem como uma pele saudável.

Ligação entre a cintura-quadril

Existem investigadores que descobriram que a ligação entre a cintura-quadril é um ponto muito importante para avaliar a beleza feminina. Uma mulher que possui uma cintura-quadril de 0,7, que corresponde a uma circunferência de cintura de 70% relativamente ao quadril é mais atraente para os homens, independentemente da sua cultura.

Massa corporal Vs. Estrutura do corpo

Um outro ponto determinante universal para definir a beleza feminina é o índice de massa corporal (IMC). Para quem não sabe, o IMC é a percentagem de massa corporal em relação a altura da pessoa. Este índice corporal é interpretado de modo diferente conforme a cultura. O ideal de beleza feminina atualmente no ocidente é a mulher de corpo magro e esguio, enquanto noutras culturas preferem a mulher mais gordinha.

A Cor da pele

Uma outra característica relevante para a beleza feminina é a cor de pele. Este atributo é apreciado bastante entre as culturas. Algumas pessoas consideram a mulher de cor clara mais bonita e atraente, já outras pessoas preferem as mulheres de pele bronzeada ou escura. O conceito de beleza feminina varia conforme o gosto da pessoa.

Saúde

Foi realizado um estudo que defende que a cintura fina é uma matéria de desejo que ultrapassa o tempo e as culturas. Mas por que isso ocorre?

A resposta a esta questão é que a cintura fina é sinónimo de boa saúde e fertilidade. O homem considera que a mulher com essa característica possui grande potencial para ter uma boa reprodução, logo podem reproduzir os seus genes.
Novas pesquisas estabelecem uma relação entre a obesidade abdominal e a redução de estrogénios, fertilização reduzida e maior risco de doenças.

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